.12 de dezembro de 2018

[EU ASSISTI] - The Walking Dead - segunda temporada



     A segunda temporada de The Walking Dead manteve o mesmo nível da anterior. Ela é mais extensa que a primeira, contendo treze episódios. Contudo, galera, dessa vez vai ser difícil escrever um post sem dar spoilers, pois os eventos dessa temporada seguem em continuação direta aos da outra.
   Além disso, tem a questão dos personagens que morreram no decorrer da história e que, obviamente, não serão citados aqui. Todavia, vou deixar um alerta de spoiler, se precisar mencionar alguma revelação que estrague a experiência de assistir esse trem.
    Bom, como disse anteriormente, essa temporada de The Walking Dead se passa na sequência direta, com Rick e o grupo saindo da cidade de Atlanta, na Georgia. No caminho, a comitiva de carros do grupo é obrigada a parar devido a um bloqueio na pista. Houve um grande engarrafamento e muitos veículos estão capotados, impedindo a passagem.

     Assim, o grupo decide investigar o interior de cada automóvel, na esperança de encontrarem coisas úteis. Contudo, num dado momento, eles são atacados por um bando de zumbis e, no meio da confusão, Sophia, a filha de Carol, acaba se embrenhando na floresta para fugir das criaturas. Então, sem pensar duas vezes, Rick corre atrás da criança e a alcança. Todavia, a sequência de eventos vai levar Rick a perdê-la novamente, gerando um novo problema para o grupo. Sendo assim, essa segunda temporada narra a busca incessante para encontrar Sophia.
     Além disso, eventos levarão o grupo a se instalar numa fazenda afastada que ainda não foi tomada pelos zumbis. Contudo o local, que a princípio parecia perfeito para se fazer de lar, mostrar-se-á cheio de mistérios perigosos.
Como personagens em destaque, além de Rick, nós teremos:
  • Shane, que se torna não exatamente um vilão, mas um anti-herói complicado;
  • Hershel Greene, o dono da fazenda;
  • Meggie Greene, filha mais velha de Hershel, fará par romântico com Glenn;
  • Glenn novamente, pois irá resolver várias questões nessa temporada.


Além da questão da busca por Sofia, no decorrer dos episódios também vai se construindo uma outra situação. Esta envolve Rick, Lori e Shane, cujo relacionamento já está abalado desde a temporada anterior. Acontece que Lori descobre que está grávida, contudo não tem certeza se o pai da criança é o marido ou o amante (sim, Shane é amante de Lori desde os primeiros episódios da série).
Sendo assim, essa questão da gravidez culminará nos eventos ocorridos no final da temporada. Não vou contar mais detalhes para não tirar a graça de quem for assistir, mas garanto que será surpreendente.
[Passe o mouse no parágrafo acima para ler o spoiler]

Enfim, eu realmente gostei dessa continuação da série. Os autores de The Walking Dead conseguiram manter o nível da primeira temporada e expandiram a narrativa, explorando mais as questões sociais dos personagens. Agora estou na expectativa da continuação, pois o último episódio terminou de um jeito sensacional.

Por Samuel de Andrade

.9 de dezembro de 2018

[SANDMAN] - Fim do Mundo

Imagem relacionadaHá cinco meses atrás falei de Sandman por aqui... Muita coisa aconteceu nesse curto espaço de tempo, por isso acabei deixando essa leitura de lado, mas voltei, voltei cheia de vontade de descobrir qual seria o destino de Morpheus, e acabei esquecendo que entre os arcos dele sempre há um interlúdio de histórias aleatórias e O Fim de Mundo é um deles... 
Nesse arco, somos levados à Taverna do Fim do Mundo, um lugar onde todos os mundos terminam e é um ponto de encontro para aqueles que ficam perdidos. Acompanhamos dois viajantes humanos que acabam chegando a essa estalagem e acham tudo muito estranho e bizarro (tal como nós), pois para pagar sua estadia lá, cada hóspede deve contar uma história. 
Ao longo de seis capítulos conhecemos histórias diferentes e absurdas, algumas muito legais, outras nem tanto. Essa é uma constante em Sandman para mim: nunca sou cativada por todas as narrativas, contudo, todas têm uma mística envolvente e vários diálogos filosóficos e frases de efeito que realmente chamam a atenção. Aqui, Morpheus não tem uma participação ativa, contudo temos um prelúdio para o que está por vir no próximo arco...



Entes Queridos já começa com a aparição das três irmãs, as fiadeiras do destino. Elas estão analisando um fio que deverá ser cortado em breve...
Enquanto isso, Lyta Hall, aquela que engravidou no Sonhar, descobre que seu filho Daniel foi raptado e atribui a culpa a Sandman. Em seu desespero por encontrar o filho e vingar-se do senhor do Sonhar. O que ela não imaginava é que tudo isso não passou de uma armação para prejudicar Morpheus, forjada por criaturas que nós nem nos lembrávamos mais, ou nem imaginávamos que tinham mágoas desse perpétuo. Lyta acaba perdendo-se em seus caminhos e encontrando quem não deveria ser procurado...
Reencontramos nesse arco a querida Rose, sobrinha humana de Sandman! É interessante acompanhá-la em sua busca pessoal apesar de, nesse momento, sua história não ter muita relevância para o desenrolar do arco. Encontramos Delirim, também em uma busca! Tudo com Delirium é sempre bem confuso, mas ela também é uma personagem cativante.
Como deu para perceber, Entes Queridos é um arco de buscas e sobretudo, um arco de saudosismo. Revemos personagens queridas, vemos outras partirem, deparamo-nos com os resultados infrutíferos ou não de suas buscas e perdas... Não é segredo nenhum que esse arco termina a história de Sandman como conhecemos desde o volume um, porém, nós já sabíamos que toda história precisa ter um fim. E esse, como tudo feito por Neil Gaiman em Sandman, é muito poético e deixa vários caminhos para algo novo.
Durante todo o arco, sentimos o desespero, a ânsia das personagens, mesmo sem saber por que, elas temem as mudanças que virão. O autor encerra Entes Queridos da mesma forma que o começou, algo simbólico e que eu, humildemente, aprecio muito em qualquer história.
As artes dos quadrinhos mudaram um pouco e as dos últimos, para mim, foram as mais bonitas. O destaque maior aqui fica por conta do letreiramento que capta a essência das personagens.
Realmente gostei muito desse arco. Espero não demorar tanto tempo para concluir a leitura de Sandman. Agora faltam apenas mais seis volumes e sei que depois deles será, de fato, O FIM. 

.6 de dezembro de 2018

[EU ASSISTI] - Gilmore Girls - Primeira Temporada


Sabe aquelas séries adoradas por todos, mas que por algum motivo indefinido, a gente nunca tem tempo de assistir? Ou melhor, nunca arranja tempo? Gilmore Girls estava nessa caixinha para mim... Confesso ter ouvido falar dessa série pela primeira vez no canal TLT, por causa do Rory Gilmore Book Challenge, um desafio de leitura que reúne todos os livros lidos pela protagonista ao longo das sete temporadas. 
Gostei bastante das obras e fiquei curiosa com essa personagem leitora e com gosto super interessante. Como estava precisando descansar um pouco, decidi aproveitar os dias em casa durante os últimos feriados prolongados, para maratonar a primeira temporada. 


Tendo como foco as vidas da bela e jovem mãe, Lorelai Gilmore e sua filha adolescente, Rory. Gilmore Girls começa nos apresentando o cotidiano divertido, amigável e muitas vezes conturbado das duas. Já no início do primeiro episódio, vemos o quão jovem é Lorelai e como isso é visto de maneira problemática para alguns: filha de uma família abastada, ela teve Rory aos dezesseis, o que decepcionou e desestruturou bastante a rotina pomposa de seus pais, Emily e Richard. Contudo, Lorelai seguiu em frente e, hoje, dezesseis anos depois é gerente do hotel da cidade onde mora, Stars Hollow; tem uma casa e educou sua filha muito bem com muito amor e carinho. 
Diferente da mãe, Rory Gilmore é uma menina calma, centrada e muito estudiosa, por isso Lorelai decide mandá-la para o melhor colégio particular da região, pois o sonho de ambas é vê-la em Harward. Lorelai só não contava ser tão dispendioso custear essa educação e, num ato desesperado, precisa recorrer aos pais... 

Em um primeiro momento, Emily e Richard mostram-se igualmente sisudos, intolerantes e autoritários, até porque, para emprestar o dinheiro necessário para a educação de Rory, Emily impõe uma condição: os quatro devem jantar juntos, todas as sextas-feiras, algo bem incômodo para Lorelai. No entanto, ao longo dos episódios, os conhecemos melhor e percebemos serem pessoas boas, apesar de sua mágoa com relação às atitudes da filha e vice-e-versa. Nessa primeira temporada de Gilmore Girls o foco está nessas relações familiares, nesse começo de Rory na escola e nas relações amorosas que mãe e filha têm ao longo desse tempo. 

Lorelai tem um bloqueio enorme nesse aspecto... Nunca teve um namorado que durasse mais de três meses, por medo de introduzir uma pessoa na vida da filha, não dar certo e a menina magoar-se. Ela não percebe, entretanto, que Rory não é mais criança e pode sim lidar com isso e com outros problemas próprios também... 
É de maneira bem humorada e descontraída que Gilmore Girls nos apresenta esses conflitos, algo realmente divertido e emocionante de assistir! Infelizmente, algumas piadas e expressões ficaram datadas, todavia já nessa primeira temporada vemos questões como feminismo e o papel da mulher em sociedade e o direito a escolha sendo discutidos. 

Só posso dizer ter adorado Gilmore Girls e estar completamente cativada pelo carisma de Lorelai e Rory Gilmore. As atuações de Lauren Graham e Alexis Bledel são primorosas e a química entre elas é tão convincente! Parecem mesmo mãe e filha e melhores amigas! Os demais atores também são ótimos, todos parecem ser bem entrosados, sério, é muita fofura e good vibes em todos os episódios, até nos mais dramáticos. 


O que dizer além disso? Assistam! Com toda certeza vão se divertir e sentir um quentinho no coração com todas as conversas motivadoras e fofas entre mãe e filha! *______*

.3 de dezembro de 2018

Respondendo a Tag: Guiness Book

Olá, pessoal! Último Respondendo a Tag do ano e não poderíamos terminar sem fazer um levantamento das leituras, né? Por isso, vou responder hoje a Guiness Book Tag, que tem como objetivo levantar alguns "recordes" relacionados às leituras ao longo do ano. Vi essa tag no blog Dicas de Malu e foi criada no ano passado, mas ainda está bem coerente. Vamos lá! 

Recorde de leitura: livro lido mais rápido


Bem... Quando gosto de uma leitura, ou quando ela tem uma narração "fácil", eu leio bem rápido, então, é difícil escolher uma opção, mas acho que os livros que li bem rápido esse ano são todos young adults. Logo, vou escolher como representante o mais recente: Anna Vestida de Sangue. Com uma proposta voltada para o "terror", esse livro foi uma grata surpresa no mês de outubro.

Recorde de lerdeza: livro mais demorado para ler


Com toda a certeza desse mundo, o livro mais demorado desse ano foi A Máquina Diferencial! Meu Deus do céu! Que livro chato!! Gente, demorei quase um mês, não apenas por ser um livro grande, Germinal era maior, mas porque a história é chata mesmo e não gostei, nem recomendo. 

Recorde de leitura: o maior livro lido em 2018


Acredito que com suas quase mil páginas, A Rainha Margot seja o maior livro lido esse ano. Infelizmente, foi uma experiência frustrante... Pois a rainha Margot não é a protagonista da história...

Recorde de valor: livro mais caro comprado


Bem.... Não comprei muitos livros esse ano e acho que o mais caro foi menos de trinta reais. Comprei na Feira do Livro da USP. O título e a sinopse parecem ser ótimos! =) 

Recorde de beleza: a capa mais bonita da estante


Que pergunta mais difícil! Tenho vários livros bonitos na estante. Não consigo escolher apenas um, então, vou trazer dois: a graphic novel, A Bela e A Adormecida, e o romance Os Pássaros

Recorde de escrita: melhor autor/ autora


O primeiro nome que me veio a mente foi Chimamanda Adichie. Suas histórias críticas e de empoderamento feminino das mulheres africanas é maravilhoso e muito inspirador! 

Recorde de sedução: girl magia do ano


Acho que a minha girl magia do ano é a Gina Weasley, dos livros! Que fique bem claro! Ela só cresce ao longo da série Harry Potter e se torna uma bruxa incrível e muito poderosa. 

Framboesa do ano: Pior livro de 2018


Acho que o pior livro desse ano é o que eu não consegui ler e esse livro é As Miniaturas do Terror, de Tabitha King, sim, King, ela é esposa de Stephen King e  não sei quem inspirou quem, mas a escrita dela é muito maçante e descritiva ao extremo! A premissa da história é até legal, só que não consegui passar do primeiro capítulo. Acho que conseguiu ser pior do que A Máquina Diferencial, esse, pelo menos, eu li até o fim. 

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Então é isso, gente! Ainda tenho algumas leituras para o mês de dezembro, porém como não responderei tag até o ano que vem decidi fazer esse "balanço" agora. Digam-me nos comentários quais seriam suas respostas! 

.27 de novembro de 2018

[EU ASSISTI] - The Walking Dead - Primeira Temporada

Já que nos animes utilizamos a tag ANIMA e para filmes a incrivelmente criativa tag FILMES, quando formos escrever sobre séries aqui no blog, utilizaremos a tag EU ASSISTI, agora, sem mais intromissões, vamos a análise do Samuel: 
     Nunca tive vontade de assistir The Walking Dead. Sou daquelas pessoas que não gostam de séries longas, sabe? Para mim, três temporadas já é bastante. Contudo, mês passado estava eu na casa de um amigo e ele inventou de assistirmos a esse trem juntos. “Ok, vamos lá”, eu concordei, já ligando meu notebook para fazer qualquer coisa enquanto ele via a série na TV da sala.
– Vou colocar o primeiro episódio pra você pegar do começo – ele disse.
– Não, não. – Respondi – Põe de onde você parou mesmo, que eu te pergunto o que não tiver entendendo.
     Assim começamos a ver sei lá qual episódio da quinta temporada. “Ver”, entre aspas, né? Porque eu estava mais entretido no notebook que na série. Porém, não demorou muito até The Walking Dead me fisgar. Aos poucos constatei que a coisa era mais complexa do que um monte de gente correndo de zumbi e, por fim, dias depois resolvi assistir desde o início.
    A primeira temporada é constituída de apenas seis episódios, tendo uns 45 minutos cada. Quanto ao enredo, vamos acompanhar a saga de Rick Grimes, xerife de uma cidade do interior do estado de Kentucky, EUA. O primeiro episódio da série mostra Rick em uma missão para capturar um grupo de bandidos, contudo no decorrer dos eventos o protagonista leva um tiro e acaba em coma num hospital. Vários dias depois, ele acorda no leito hospitalar ainda se sentindo mal.
The Walking Dead - Primeira Temporada gif
    Não demora muito até que Rick constate que algo está errado: equipamentos desligados, corredores revirados, o prédio todo vazio, sangue na parede… sangue na parede?! Rick procura a saída e, ao passar pelo pátio do hospital, dá de cara com um aglomerado bizarro de corpos, todos estirados no chão. Tomando o rumo de casa, a pergunta que passa em sua mente é: sua família está bem? Inicia aí uma busca através de um cenário pós-apocalíptico onde o desafio diário é sobreviver.
     No decorrer dos capítulos, nós vamos nos dando conta de que a infestação de zumbis misteriosa não é a única preocupação do protagonista. Diante de uma situação caótica, numa nova realidade hostil e sem leis, os seres humanos revelam suas faces mais sórdidas, e aí está o “plus” da história, o que me instigou a ver The Walking Dead desde o início.
     Os conflitos ocorrem entre as personagens que Rick vai encontrando no caminho. Temos como personagens em destaque:
  • Shane Walsh, o controverso melhor amigo de do protagonista;
  • Glenn, um coreano ágil e estrategista;
  • Lori, a esposa de Rick, e Carl, o filho deles;
  • Merle e Daryl Dixon, os irmãos “badass” da série;
  • Andrea e Amy Harrison, outras duas irmãs que… bom… não comento para não dar spoiler.

The Walking Dead - Primeira Temporada gif
     Por fim, acho que essa primeira temporada de The Walking Dead superou minhas expectativas quando tive a intenção de assistir. Por isso, recomendo bastante, tanto pelas cenas de suspense, as mais “nojentas”, e também pela trama muito bem trabalhada, daquelas que dão um gostinho de querer mais no final.
Por Samuel de Andrade

.24 de novembro de 2018

Blasfêmia - Pathy dos Reis e Maria Carolina Passos


Há quase dois anos atrás, em uma conversa com alguns alunos sobre leitura, um deles disse estar lendo, na época, um romance policial chamado Blasfêmia, escrito pela youtuber Pathy dos Reis e por Maria Carolina Passos. Fiquei intrigada pelo título e pela capa sombria, beirando o macabro. Passou-se bastante tempo desde a conversa que tive com esse aluno, mas li o livro e vou falar um pouco sobre ele agora. 

[...] "Não era um bom ambiente para recomeçar, e ela sabia disso como ninguém. Não tinha mais uma família e foi em Salina que a perdeu." [...] 

Blasfêmia começa em agosto de 1997. A recém-divorciada jornalista Claire Price está voltando para casa após mais de uma década, contudo, o que seria uma chance de recomeçar, acaba trazendo de volta toda a dor e sofrimento que a fizeram partir sem olhar para trás... 
Em setembro de 1984, em uma manhã terrivelmente quente, ela preparava-se par mais um dia entediante de sua vida devotada à religião mórmon. Sem nenhuma perspectiva de futuro fora dos limites da pequena e pacata cidade de Salina, no interior de Utah, onde nada acontece, todos se conhecem, uma pequena elite burguesa faz o que quer e todos são sufocados pela religião, a jovem de vinte anos passa seus dias trabalhando como voluntária. 
Claire não sabia, mas essa seria a última manhã tranquila de sua vida... Isso porque, ao sair de casa, ela se depara com uma cena chocante: o assassinato brutal e sem explicação de seu único irmão, algo que destruiu toda a sua família... 
Ao chegar a cidade, ela vai trabalhar no jornal de seu outrora melhor amigo e começa uma investigação paralela a da polícia acerca da morte de mais um adolescente, sob circunstâncias parecidas com a de seu irmão. Enquanto isso, precisa lidar com as pessoas abelhudas, os fantasmas do passado e o estresse pós-traumático carregado de confusão e situações estranhas. E eu paro por aqui.
Foto do site oficial do livro
Para uma primeira incursão literária, Pathy dos Reis fez um bom trabalho ao lado de Maria Carolina Passos. Blasfêmia consegue ser um romance policial empolgante e instigante em vários momentos, porém há também algumas falhas na construção do mistério, já vi piores, mas elas estão lá e podem incomodar leitores mais entusiastas do gênero...
Fiquei realmente surpresa com o final da trama, pois, apesar de ser algo já visto em outros textos do gênero, não foi evidenciado durante o desenvolvimento da história, nada levava a crer que a motivação do assassino fosse a mostrada no desfecho e isso foi bom. 
Só me incomodei muito mesmo com a ambientação de Blasfêmia ser nos E.U.A. e tudo ser americanizado. Sei lá, achei estranho e ainda concordo com Renato Russo: se estamos no Brasil, vamos falar em português! Mas cada um faz as suas escolhas. Só estou dando minha opinião sobre seus resultados...
Não sei se meu parecer favorável se dá por causa de uma recente leitura frustrada, no entanto acho que gostei mesmo de Blasfêmia apesar das incoerências, essa narrativa conseguiu me fisgar e entreter, logo, recomendo aos que tem vontade de conhecer o gênero romance policial e ainda não tiveram oportunidade. 

Então é isso! Já conheciam o livro Blasfêmia? Gostaram da premissa da história? Digam nos comentários. 

.21 de novembro de 2018

[LISTA] - Desenhos da TV Cultura 2


Há exatamente dois meses atrás, publiquei uma lista com cinco desenhos favoritos da TV Cultura, contudo aqueles não eram os únicos, por isso resolvi dividi-la em duas partes, hoje, vamos a segunda: 

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Esse desenho, tal como os da outra postagem, é da infância mesmo. Lembro-me de passar todas as tardes assistindo as aventuras dos camundongos Alexander e Emily que viajam pelo mundo encontrando pessoas proeminentes do final do século XIX, início do XX, e ajudando-as a resolver vários mistérios. Eu simplesmente amava esse desenho e aprendi muito sobre História com ele.






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Mais uma animação educativa, agora, sobre Matemática e Raciocínio Lógico! Um grupo de amigos é levado ao mundo de Cyberchase, onde devem ajudar a "Placa Mãe" a vencer a guerra contra Hacker. Em seu caminho, eles encontram vários obstáculos que para serem resolvidos precisam de um bom conhecimento em matemática básica, tudo muito lúdico e divertido e nós realmente aprendíamos brincando.






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Os Sete Monstrinhos era um desenho muito legal e divertido e trazia uma mensagem muito interessante sobre amizade e respeito às diferenças. Lembro-me com muito carinho das histórias. 

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Antes de todas aquelas histórias sombrias sobre Caillou, eu me diverti muito com ele na infância. Sua doçura e delicadeza eram muito bonitos e inspiradores. 

Resultado de imagem para Jackers desenho


O mais recente de todos, Jackers, traz as aventuras de Pigly e seus melhores amigos no interior da Irlanda. Adorava esse desenho justamente por se passar nesse país que tanto admiro. Cada episódio era bem divertido e trazia um pouquinho da cultura irlandesa. Sinto muita falta desse desenho!




Pois é. Fazer essas postagens me trouxe ainda mais nostalgia do que nunca! Gostei bastante de relembrar dessas animações e acho que vou procurar assisti-las de novo, afinal, relembrar é viver, não é mesmo?

Vocês conheciam esses desenhos? Quais outros vocês colocariam nessa lista?
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